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Rastreamento do câncer de pulmão

O câncer de pulmão é mais comum do que se imagina, na maioria dos casos não tem sintomas e, normalmente, as pessoas só descobrem a doença tardiamente. É o câncer que mais leva a óbito entre os homens, mais ainda que o câncer de próstata. Entre as mulheres, está em segundo lugar, logo depois do câncer de mama.

Uma pessoa que fuma regularmente tem uma probabilidade de desenvolver câncer de pulmão 20 a 30 vezes maior do que quem não fuma, mas mesmo os não fumantes e fumantes passivos estão sujeitos a desenvolver a doença. Mais de 50% dos pacientes com câncer de pulmão morrem no primeiro ano quando o diagnóstico é feito tardiamente.

Por conta disso, médicos da clínica Respirar criaram um projeto para que hospitais da rede privada e pública de Brasília apliquem um protocolo americano de solicitação de tomografia computadorizada com baixa dosagem de radiação (TCBD). “Este exame agride menos o corpo, não necessita de contraste venoso e utiliza bem menos radiação que uma tomografia comum (8 a 10 vezes menor), dessa forma pode ser realizada com mais frequência, principalmente nos pacientes que tenham alguma alteração no exame e que precisem de acompanhamento radiológico”, informa o Dr. Humberto Alves de Oliveira, especialista em cirurgia torácica minimamente invasiva. A TCBD detecta possíveis doenças provocadas pelo tabagismo antes mesmo de manifestarem qualquer sintoma, sendo capaz de detectar nódulos pulmonares de 3 a 4 mm.

A intenção é fazer com que as pessoas façam rastreamento do câncer de pulmão, e caso seja diagnosticada alguma alteração, que possam realizar o tratamento com eficácia enquanto a doença está em estagio inicial, diminuindo a taxa de mortalidade da doença.

Conforme Dr. Humberto, a população mais susceptível ao câncer de pulmão e que precisa procurar um médico para realizar o exame está entre os 55 a 70 anos de idade, fumante ou que parou de fumar há menos de 15 anos. “Pessoas com histórico familiar de câncer também entram nesta lista”, complementa.

No cenário atual a maioria dos diagnósticos são tardios, implicando numa alta mortalidade desses pacientes já no primeiro ano, e os que sobrevivem ao primeiro ano sofrem as consequências do atraso no diagnóstico desta doença tão devastadora. Após a introdução da Tomografia Computadorizada de Baixa Dose, esse panorama tende a se modificar em favor do paciente aumentando muito suas chances de cura, de expectativa e qualidade de vida.

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